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Brett Simpson fala sobre a Hurley, ISA e WSL e as Olimpíadas

Brett Simpson, ex-surfista do CT, discute seu papel na Hurley, o cenário olímpico e a relação entre a ISA e a WSL, destacando a importância da diversidade no esporte.

Redação Fotos de Surf · 05 de outubro de 2026

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Foto: Divulgação/The Inertia

Brett Simpson, conhecido por sua passagem no Championship Tour, está de volta ao centro do surf, mas em uma nova função. Ele atua no marketing esportivo da Hurley, cuidando de atletas e eventos, e também faz parte do conselho da USA Surfing, o órgão que representa o surf olímpico nos Estados Unidos. Com a proximidade dos Jogos de Los Angeles em 2028, que terão o surf em Trestles, Simpson está focado em preparar a próxima geração de surfistas americanos.

Uma das grandes vitórias para a USA Surfing foi a confirmação como órgão governante do esporte, evitando uma possível fusão com o esqui e snowboard. Simpson ressalta a importância de manter o surf nas mãos de quem entende do esporte, garantindo que os melhores atletas americanos tenham as oportunidades de qualificação para as Olimpíadas. Ele também mencionou que a piscina de ondas de Utah foi escolhida como base de treinamento para a equipe, apesar de não ser no litoral, por oferecer um ambiente ideal para o treino de manobras aéreas, essenciais para os jovens atletas.

Sobre o impasse entre a ISA e a WSL, especialmente após a WSL agendar um evento nas Filipinas que coincidiu com uma qualificatória olímpica da ISA, Simpson oferece uma perspectiva equilibrada. Ele reconhece o esforço de Fernando Aguerre para incluir o surf nas Olimpíadas e a qualidade dos surfistas da WSL. No entanto, ele enfatiza que as Olimpíadas buscam diversidade de nações, algo que a ISA prioriza. Enquanto o CT pode ter surfistas de nove países, a ISA busca representar mais de 20, o que é o espírito olímpico. Simpson acredita que, apesar dos atritos, as duas entidades podem se reconciliar, pois ambas são importantes para o futuro do surf.

Em relação à Hurley, Simpson comenta sobre a fase de transição da marca. Ele reconhece que a gestão atual não é de surfistas de raiz, mas ele se esforça para manter a Hurley conectada com o universo do surf, defendendo a importância dos atletas e eventos. Para ele, o surf, mesmo parecendo um nicho, é uma indústria bilionária. Simpson se dedica a garantir que os atletas recebam o apoio necessário, mesmo com as mudanças na estrutura de negócios da marca, que agora pertence à Blue Star.

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